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Por Ali Kucukgocmen

da Somália está voltando para casa após ser impedido de entrar nos Estados Unidos Por Ali Kucukgocmen10 de junho (Reuters) - O árbitro de futebol somali Omar Abdulkadir Artan, que teve negada a sua chance de estrear na Copa do Mundo após ser impedido de entrar nos Estados Unidos, agradeceu à Fifa, à Confederação Africana de Futebo Árbitro da Somália está voltando para casa após ser impedido de entrar nos Estados Unidos FIM DOS JOGOS DE PARIS Acompanhe em tempo real a cerimônia de encerramento das Olimpíadas 2024 Seu time Seu signo Central de Jogos Entre Artan se tornaria o primeiro somali a apitar uma partida de Copa do Mundo, mas um porta-voz da Fifa afirmou que ele não poderia treinar ou apitar no torneio depois de ter sido impedido de entrar nos Estados Unidos no fim de semana.
João Paulo Charleaux O esporte como arma nas mãos de Trump Juca Kfouri Felizmente escolhi não ir à Copa nos Estados Unidos Alicia Klein Copa nos EUA faz Qatar parecer um sonho Josias de Souza Congresso flerta com explosão de pautas-bomba Em entrevista à Reuters no Aeroporto de Istambul antes de embarcar em um voo para a Somália, Artan disse que estava de bom humor.
“Estou me sentindo muito bem agora. E queria agradecer à Fifa por me apoiar o tempo todo e também ao povo somali. Portanto, sou muito grato à Fifa e à CAF também. É isso que tenho a dizer”, disse Artan. O governo da Somália disse que tentou, sem sucesso, negociar com os EUA e a Fifa para que Artan pudesse entrar no país e que ficou triste com o ocorrido.
“Suas conquistas internacionais são motivo de honra e orgulho para o povo somali”, afirmou o Ministério do Esporte da Somália, em comunicado. A Federação Somali de Futebol disse que não recebeu uma explicação oficial sobre o motivo pelo qual a entrada de Artan foi negada e que está trabalhando com a Fifa e as autoridades competentes para entender as circunstâncias.
Segundo um porta-voz da Fifa, a organização “não está envolvida nos processos de imigração do país anfitrião, incluindo a concessão de vistos, e foi informada pelas autoridades que a situação do Sr. Artan não será alterada neste momento”. Continua após a O chefe de arbitragem da Fifa, Pierluigi Collina, montou um centro de treinamento em Miami para os 140 árbitros e assistentes que participarão do evento.
Esses árbitros são obrigados a permanecer na base de treinamento por motivos logísticos e de segurança, portanto, não seria possível para Artan apitar jogos no Canadá e no México sem pisar nos Estados Unidos. A Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA (CBP) disse, sem citar o nome, que um cidadão somali que chegou ao Aeroporto Internacional de Miami vindo de Istambul no sábado foi considerado inadmissível devido a preocupações com a verificação de antecedentes.
Matéria publicada originalmente por UOL Palmeiras.
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